parabéns poro

16 mai

*gentileza divulgar

Caros amigos,
Tudo bem? O Poro completou 10 anos de atuação e, dentro das comemorações, preparamos um site novinho em folha: www.poro.redezero.org

No site é possível conhecer um pouco da trajetória do Poro, iniciada em 2002, e com diversas intervenções urbanas e ações efêmeras que buscam levantar questões sobre os problemas das cidades através de uma ocupação poética e crítica dos espaços. Convidamos todos a visitarem o site e passear através das imagens, textos e vídeos…

Veja alguns destaques do novo site:

Todos os vídeos do Poro estão disponíveis para serem assistidos on-line
Cartazes do Poro para baixar gratuitamente
Panfletos do Poro para baixar e distribuir
Biblioteca com textos sobre arte e ativismo
Página especial para o projeto Azulejos de Papel
Página especial para o livro “Intervalo, respiro, pequenos deslocamentos”
Página especial para o documentário “Poro: intervenções urbanas e ações efêmeras”

As intervenções urbanas do Poro serão publicadas aos poucos no site, com várias fotos inéditas, acompanhe e compartilhe: www.poro.redezero.org

Façam bom proveito!

*Agradecemos a todos que puderem ajudar a divulgar o novo site!

12 de MAIO!!

6 mai

http://intranet.oabpr.org.br/site/servicos/eventos/evento.asp?id_evento=160

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A vanguarda da sociabilidade

9 abr

Gazeta do Povo – Abril de 2012 - http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?id=1241819&ch=

 

Caderno G

Segunda-feira, 09/04/2012

G IDEIAS

ENTREVISTA

A vanguarda da sociabilidade

Goura Nataraj, coordenador-geral da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu

Publicado em 07/04/2012 | RAFAEL RODRIGUES COSTA

O mestre em filosofia Jorge Brand, conhecido como Goura Nataraj, é professor de ioga e coordenador-geral da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu. Um dos membros do Coletivo Interlux, Goura discute a ocupação do espaço público como uma questão sempre ligada à política. O movimento pelo uso da bicicleta, por exemplo, é uma dessas novas formas de viver a cidade, enquanto os shopping centers são locais alienantes ao excluírem os pobres e deixarem “ruídos” indesejados do lado de fora. Leia mais na entrevista a seguir.

Você acha que está havendo um reencontro com a sociabilidade e com o espaço público em Curitiba?

Sim. Mas, ao mesmo tempo, há a continuidade de padrões de sociabilidade privados. Ainda vejo o shopping center como o grande símbolo disso tudo. Está havendo cada vez mais gente na rua, mas também nos shoppings e condomínios privados. Você não tem cinemas na rua e outras opções de cultura e lazer disponíveis a não ser que entre nesses templos de consumo.

Mesmo que representem um movimento pequeno diante disso, os últimos fenômenos de ocupação sinalizam alguma mudança de comportamento?

Elas são inegáveis, mas acho que ainda tem muita alienação e falta de conscientização e politização. Tudo bem se fazer um flash mob ou um réveillon fora de época, mas e daí? O impulso da sociabilidade é natural do ser humano. Mas a construção de uma consciência política dessa ocupação do espaço público é minoritária. Acho que há um clamor por recuperar o espaço público. Mas, se você pensar que cada carro estacionado é um bem privado ocupando o espaço público e ninguém diz nada sobre isso, é algo a se pensar.

Quando você fala em “recuperar o espaço público”, fala em reaver um espaço que perdemos?

Acho que sim. Esses fenômenos de alienação são mais frequentes nas últimas décadas. Com certeza as pessoas vivenciavam mais as ruas nas décadas anteriores a esse tipo de fenômeno.

O que acha que está gerando o impulso por essa retomada?

Acho que existe uma insatisfação com esses espaços controlados de prazer, de consumo e de convívio. Os locais livres vão desaparecendo – os espaços de convívio autêntico, de uma troca mais verdadeira, profunda e significativa entre as pessoas. Enquanto a gente não privilegiar esse tipo de troca, a cidade vai caminhando para rumos de adestramento, de controle social. As pessoas param de andar a pé no bairro, param de ir fazer suas necessidades no raio que elas conhecem e dominam. E os espaços vão sendo ocupados pela especulação imobiliária.

Pensar a ocupação do espaço público, mesmo que por motivos de celebração e lazer, sem uma pauta política, ainda assim é falar em termos políticos?

É inseparável. Mesmo que seja por um ideal de celebração, ou vontade de festejar na rua, de buscar festas populares e resgatar esse espírito, isso é política. Esse tipo de anseio exige a participação ativa das pessoas na rua, seja lá para o que for. Já é significativo que isso exista. Mas a gente tem de ter uma visão cada vez mais global da cidade.

O que pensar do réveillon fora de época, por exemplo?

Acho que celebrar o absurdo também tem sua razão (risos). Mas as pessoas poderiam ocupar as praças de uma forma permanente. Talvez um evento como esse pode, na melhor das hipóteses, levar a esse tipo de reflexão: a cidade é livre e nossa, e se constrói no embate de ideias e de práticas. Isso tem de ser fomentado.

Você acredita que esse espírito vai continuar ganhando força?

Espero que sim. O fenômeno da bicicleta na cidade, por exemplo, é uma onda que não tem mais volta, mesmo que não se veja isso como questão prioritária. Esses movimentos são de vanguarda. É a retomada de um outro tipo de convívio urbano. No começo deste século, muita coisa está mudando no mundo inteiro, e é normal que as pessoas se sintam presas nessa zona de conforto. E o shopping center é o símbolo disso. Enquanto a gente constrói outros tipos de rede e pensa no que estamos apoiando com nosso dinheiro, tempo e energia, pensa no tipo de cidade que queremos para nossos filhos e nossos netos. Isso não pode ser encarado como clichê. A cidade do futuro vai ser construída agora.

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Aqui Bate um Coração

19 mar

Um projeto de amor pela cidade e pelas pessoas.

Bicicletaria Cultural???

22 nov

LIVRO MOB011 para baixar e ler nas parafernálias digitais

8 nov

Amigos,

O Pedro Giongo conseguiu e está lá – para ler, baixar e compartilhar - http://issuu.com/pedrogiongo/docs/mob

O MOB continua!!

Abraços,

Goura

Cinemateca, dia 18/10

15 out
Dia 18, 15h45, 18h e 20h
Lançamento do documentário CICLOVIDA (BR/PR, 2010 – 76 min – DVD). Direção: Coletivo Ciclovida.
Documentário narrativo que segue um grupo de campesinos sem terra numa viagem atravessando o continente da América do Sul de bicicleta, na campanha de resgate das sementes naturais. Os viajantes documentam a dominação dos agrocombustíveis no campo e o deslocamento de milhões de pequenos agricultores e comunidades indígenas. Cultivos e matas nativas estão sendo substituídos por desertos verdes e monoculturas trangênicas onde nada mais, planta ou animal, pode sobreviver aos agrotóxicos.
Classificação livre
Ingresso gratuito
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