Inglaterra, 15 anos atrás . . .

2009 Novembro 10
por goura

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Sendo generosos, podemos dizer que CWB, seus políticos e ativistas pró-bicicleta estão “apenas” 15 anos atrasados quando o assunto é ciclomobildiade .

Conforme vemos na notícia abaixo, o problema que estamos vivendo hoje, já foi vivido por outros, mas mesmo assim insistimos em gastar energia, tempo, dinheiro e “fosfato” num tema óbvio, com soluções óbvias.

Pintores de Ciclofaixa no Tribunal: Ativistas pedem a ajuda de Gummer em sua campanha de mais segurança nos deslocamentos com bicicleta

 Quinta-feira, 17 de maio de 1994

 Um grupo de ciclistas foi preso por obstruir e causar danos de forma criminosa à via enquanto pintavam ciclofaixas nas vias de Londres.

 Munidos de potes de tinta, stencils, coletes refletivos e sinais de “reduza a velocidade”, os ativistas pintaram de forma discreta quilômetros de ciclofaixas pela capital antes de serem autuados. Eles receberam a intimação para comparecer hoje perante os juizes da corte de Battersea, com a possibilidade de receber multas de até 2.000 libras (cerca de R$ 5.700,00) cada – se declarados culpados.

 Os ciclistas – entre eles Shane Collins, candidato do PV europeu da micro-região sul de Londres – justificam que sua ação não é ilegal e está de acordo com as políticas governamentais e locais. Eles pretendem pedir que John Gummer, o Secretário de Estado para o Meio-Ambiente, se posicione em sua defesa.

 “O Governo e cada uma das subprefeituras de Londres concordaram em promover a pintura das ciclofaixas há dois ou três anos atrás, mas não fizeram nada até agora”, declarou o Sr. Collins. “Nós estamos mostrando o quão eficaz e baratas são as ciclofaixas”.

 Trabalhando durante a noite em grupos de quatro ou cinco membros, os ativistas utilizaram um mapa de ciclomobilidade sugerido e publicado pelo Governo em 1991 para planejar as rotas. Enquanto um membro do grupo orientava o trânsito – fazendo com que os motoristas pensassem que eles eram funcionários da Prefeitura – os outros utilizavam tinta branca não aderente aos pneus dos carros e stencils de marcação de ciclofaixas de acordo com a lei. As ações foram feitas no norte, oeste e sul de Londres e os ativistas insistem que o trabalho feito está de acordo com as exigências da Prefeitura.

 A Sub-Prefeitura de Lambeth apagou as ciclofaixas piratas, mas os ativistas dizem que elas serão re-pintadas em até uma hora depois de terminado a audiência.

 “Nós estamos literalmente fazendo o trabalho da Prefeitura . Pedalar é super perigoso em Londres. Quase todo mundo que pedala já teve algum tipo de acidente”, disse Martin Ireland, que teve de ser submetido a uma plástica recentemente, após ter sido atingido por um caminhão enquanto pedalava para o trabalho.

 Em 1990, o Departamento de Transporte implantou a política da “Campanha Pedala Londres” que propõe a instalação de uma rede ciclável de 1.000 milhas (cerca de 1.600 quilômetros) na capital inglesa, mas apenas 125 milhas (cerca de 200 quilômetros) foram pintadas, principalmente em Wandsworth, Fulham e Hammersmith.

 As Subprefeituras locais pressionadas justificam que sem a ajuda do governo, elas são incapazes de fornecer a infraestrura que custa cerca de 40 milhões de libras (cerca de 115 milhões de reais).

 Em julho, os representantes de 33 autoridades locais de Londres apresentarão um pedido de fundos coordenada ao Departamento de Transporte para construir uma rede ciclável em Londres. No entanto, o Departamento de Transporte deu a entender que não disponibilizaria verbas extras para tal.

 “Embora estejamos a favor das ciclofaixas, essa posição é fortalecida”, declarou um porta-voz.

 “Nós não saímos mudando políticas no meio do ano”.

 Em 1990 um grupo de ativistas pró-bicicleta em Fulham “emprestou” o material de pintura viária da Subprefeitura durante a noite e pintou uma ciclofaixa. Ao devolver o material pela manhã, eles conseguiram convencer um funcionário da Prefeitura a emitir uma ordem falsa de pintar a ciclofaixa no sistema de informática da autoridade local.

 Ao contrário de muitas das ações do grupo, a ciclofaixa continua no local.

 Tradução: Gabriel Nogueira

 * Clique aqui para visualizar a notícia original.

Enfim, seguindo a máxima do “cada um com seus problemas”, é lógico que a publicação dessa notícia requentada não é uma forma de comparar duas realidades diferentes, mas sim duas realidades bem próximas (dadas as proporções). Sim, a Londres de 15 anos atrás (e ainda hoje) é carrocrata, assim como CWB, sendo que a diferença é que o Prefeito de lá teve um papel fundamental na implementação de um plano pró-ciclomobilidade e o Prefeito de cá é afixionado por corrida de automóveis.

 Essa diferença de mentalidade entre prefeitos, brindou Londres com um aumento de 20% em deslocamentos por bicicleta em 1 ano (2004-2005) e com um aumento visível e considerável da infra-estrutura ciclável na cidade.

 E quanto a CWB?

 Bom, além das páginas e mais páginas de propaganda mentirosa no site da Prefeitura Municipal, fomos brindados com mais uma ciclovia inútil junto da famigerada “Linha Verde” e com uma multa bizarra por “crime-ambiental” contra um grupo de ciclistas que decidiram fazer o trabalho que a Prefeitura deveria fazer por lei.

Se não agora, quando??

2009 Novembro 10
por goura

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Dias Sem Bicicletas

2009 Novembro 10
por goura

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Quando o poder público se omite, quem pode evitar que as pessoas procurem resolver os problemas por sua própria conta? Em Curitiba, muitas pessoas, por convicção ou outra razão, optam por se locomover por meio da bicicleta, apesar da leniência da prefeitura, que mantém um insuficente circuito de supostas ciclovias (pela má qualidade do pavimento e a circulação compartilhada, é duvidoso chamá-las ciclovias) enquanto privilegia o trânsito motorizado.

A bicicleta é uma alternativa saudável e ecológica, mas que não recebe a devida atenção dos investimentos municipais em infra-estrutura. Muito mais barata que a construção de avenidas de kilômetros de extensão em concreto, a demarcação de ciclofaixas e a organização do trânsito em benefício da circulação de bicicletas é, no mínimo, uma obrigação legal. Previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro, as ciclofaixas e ciclovias não devem ser vistas como ação opcional da prefeitura. São uma obrigação com o cidadão, que deve ter a oportunidade de optar pelo meio de transporte de sua preferência.

Mas soma-se à falta de espaços adequados para a circulação de bicicletas, as catracas da tarifa e problemas na qualidade do transporte coletivo e o trânsito cada vez mais travado na cidade. Não parece um exercício sobrenatural prever que Curitiba tende a parar.

É compreensível que parcela da população prefira o transporte motorizado, por critérios de praticidade, velocidade e até mesmo condições físicas daquele que precisa chegar ao local de trabalho com segurança e tranquilidade. Isso significa que a prefeitura deve investir em meios de transporte coletivos de boa qualidade, que possam contribuir para o bom funcionamento do trânsito encorajando as pessoas a deixarem seu automóvel em casa.

Além disso, uma tarifa acessível, até mesmo subsidiada, é um investimento justificável se o desejo for prevenir a poluição atmosférica e o estresse que o movimento da área central provoca. A atitude rigorosa de restringir a circulação de carros em um determinado perímetro não é um obstáculo, mas o desafio para outra cultura de mobilidade, que prioriza a cidade para as pessoas, em detrimento da cidade do carro (car city). Os custos e eventuais incômodos dessa política são bem menores que os infinitos gastos e endividamentos por infra-estrutura e a cidade-canteiro-de-obras.

Devemos dirigir atenção para os obstáculos à mobilidade por meio da bicicleta. Mesmo sendo comparativamente mais prática e rápida que outros meios de transporte, como pode ser demonstrato pelo desafio intermodal (Gazeta do Povo: Bicicleta supera até moto no trânsito de Curitiba. De novo. Publicado em 29/05/2008. http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=770677), os usuários da bicicleta ainda sofrem com os riscos e insegurança da circulação no trânsito da cidade. Apesar do Código de Trânsito prever uma “etiqueta” de comportamento nas vias públicas, a ocorrência de acidentes e desrespeito pelos motoristas desencoraja a utilização das bicicletas. Uma iniciativa consistente seria a reserva de espaços específicos para este modal, previstos pelo código na forma de ciclofaixas ou ciclovias.

Na falta das boas condições promovidas pela prefeitura, os ciclistas resolvem a circulação por sua própria conta. É como vejo a criativa iniciativa de demarcar a ciclofaixa em vias públicas, no local onde já deveria há muito estar demarcada (Gazeta do Povo: Ciclistas pintam ciclofaixa em rua de Curitiba e são multados. Publicada em 09/12/2008. http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=836083). A prefeitura, até então omissa no assunto, resolveu tomar uma iniciativa: lançou multa para os ciclistas acusando-os de pixação. Vandalismo?

Talvez a prefeitura considere vandalismo também a iniciativa de moradores de bairros de população de baixa renda que instalam a infra-estrutura básica por sua própria conta. Talvez seja comparável à pixação a iniciativa de cobrir os buracos que se abrem depois de cada chuvarada nas ruas mal-pavimentadas da nossa cidade. Quando a prefeitura falta aos seus compromissos, ela pode proibir que as pessoas façam o que ela deveria ter feito?

Me parece o oposto: no caso, penso que a prefeitura deve indenizar a tinta utilizada pelos ciclistas que demarcaram a ciclofaixa onde ela legalmente deveria estar. Deveríamos agradecer à iniciativa das pessoas que, conhecendo os problemas de perto, mostram ao prefeito que a sociedade é a dona da cidade. Que as soluções brotem espontaneamente, impunemente, pelas mãos de todos nós, sem precisar pedir autorização ou perdão a quem for, prefeito ou procurador. Pela retirada da multa contra os ciclistas, é urgente a demarcação de ciclofaixas, respeito e segurança para a circulação dos ciclistas.

Bruno Meirinho, advogado ciclista, foi candidato à prefeitura de Curitiba pela Frente de Esquerda (PSOL-PCB-PSTU) em 2008

Dia 29 de Outubro | Manifestação pacífica pela anistia à multa da ciclofaixa

2009 Novembro 9
por rose rose

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Anistia à Multa da Ciclo Faixa

2009 Outubro 27
por rose rose

anistia ciclo faixa

Edital da Ciclofaixa tem o suporte do IPPUC

2009 Outubro 23
por rose rose
Linha verde

Linha verde

A planta da região compreendida pelo edital está disponibilizada no sitio do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba

http://www.ippuc.org.br/informando/index_mapasarruamento.htm

menu -curitiba- item 3


para obter  informações específicas sobre o geoprocessamento da região,  contate  ->cubas@ippuc.org.br ou neudi@ippuc.org.br     ou pelo fone (41) 3250 1352 – geoprocessamento

Crime Ambiental

2009 Outubro 20

O CRIME DACICLOFAIXA

linda ciclofaixa

guarda municipal leva em cana

Jorge Brand diz: “ação a favor da bicicleta virou multa”

Conversa afiada

Há dois anos, Jorge Brand, Fernando Rozenbaum e Juan Parada – ativistas do coletivo de arte e urbanismo Interlux – foram apreendidos e acusados de delito ambiental. Crime: terem pintado uma faixa para bicicletas num trecho de asfalto da Augusto Stresser, Alto da XV, durante comemoração do Dia Mundial sem Carro. O trio recorreu da sentença duas vezes, sem sucesso. Veja a defesa do filósofo e iogue Jorge Brand, 28 anos.

O que você diria à turma da prefeitura?

Que não entende o significado do nosso gesto. O procurador Ivan Bonilha diz que se reconsiderar, vai abrir precedentes para outros processos de pichação. Mas não pichamos a rua. A ação foi feita à luz do dia, como um gesto de desobediência civil.

Em que pé está a briga?

Para começar, havia 50 pessoas na Stresser em 2007, mas só nós três fomos levados à delegacia. Por que não prenderam todo mundo? É arbitrário. Nossa multa está na Dívida Ativa e soma mais de R$ 1 mil para cada um. Podemos pagar, mas invalidaria nossa luta.

Os ciclistas declararam guerra…

Não, mas estamos insatisfeitos. Há muito discurso em torno do Plano Cicloviário, mas na prática o ciclista não está incluído nos projetos urbanos. Falta diálogo. O prefeito diz que gosta de bicicletas, mas acho que não.

Publicado originalmente no Entrelinhas, de Cláudio Feldens (colaborou José Carlos Fernandes).

Gazeta do Povo (18/10/09) – www.portal.rpc.com.br/gazetadopovo/servicos/conteudo.phtml?tl=1&id=935026&tit=Desafio-abacaxi

Dia 29 haverá manifestação nas proximidades da Procuradoria municipal e Prefeitura. Ajude a protestar contra essa iniquidade.

MÚSICA PARA SAIR DA BOLHA! 09.10.2009

2009 Outubro 9
por rose rose

É isso mesmo. Música para sair da bolha ,hoje -sexta – ás 18:30
Venha presenciar os últimos dias da escultura pública do Passeio Público ao som de Espontaneous DUb..

causando a situação na hora mais quente de Curitiba!
SEMPRE EM UM CRUZAMENTO PERTO DE VOCÊ.

Edital da Ciclofaixa Prorrogado

2009 Outubro 8
por tiepassos

clique para ampliar

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Edital da Ciclofaixa  da Av. Cândido de Abreu, prorrogado até dia 05 de novembro

irá contemplar o melhor projeto para uma possível implantação de um plano de ciclomobilidade no eixo político da capital do Paraná,  do Palácio Iguaçu à Praça Tiradentes.

O projeto mais criativo, bem formulado e tecnicamente viável será enviado ao IPPUC, DIRETRAN e à Prefeitura de Curitiba para devida apreciação e desejada aplicação.

Receberá também uma bicicleta Caloi Terra doada pelo Cicles Jaime.

baixar em pdf o regulamento

bicicleta ARTE mobilidade

2009 Outubro 6
por goura

Cenas de Amsterdam (contribuição do Herr Corso!)

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Bicicleta Modular

2009 Outubro 6
por tiepassos

Setembro acabou, mas o blog continua !

Uma idéia bem sucedida pelo designer Victor M. Aleman com este projecto de bike urbana e “embalagem” para economizar espaço. Ambos portátil e conveniente, a roda é composta de 6 módulos e uma estrutura desmontável. E a maioria de suas partes exitem 2 pivos para desmontar. Saca Só

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Setembro 009 – Agradecimentos e Pensamentos!

2009 Setembro 30
por goura

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Mais um ARTE BICICLETA MOBILIDADE  que chega ao fim. Ano que vem certamente tem mais. E mais do que isto esperamos que as propostas sugeridas, as questões levantadas, as ações executadas criem repercussões criativas e provocativas.

Queremos a inserção da bicicleta no dia-a-dia da cidade e com isto a criação de um novo urbanismo, uma nova cidade. Queremos que as ‘autoridades’ despertem de sua ‘miopia administrativa’ e vejam com bons olhos os atores mais frágeis desta grotesca tragédia chamada trânsito. Exigimos a criação de ciclofaixas, a instalação de paraciclos e o fomento de uma cultura de estímulo e respeito ao uso da bicicleta.

Exigimos a anulação da injusta multa aplicada como ‘crime ambiental’ pelo ato de pintura da primeira ciclofaixa de Curitiba, na Rua Augusto Stresser (na altura do número 200). Queremos uma cidade livre, com ar puro, bosques e pomares urbanos. Queremos dançar nas ruas. Queremos música nas ruas. Que todos se libertem de suas bolhas, rompam suas grades e busquem a si próprios.

ARTE BICICLETA MOBILIDADE não é apenas sobre ‘gostar de bicicletas’. É uma escolha política, um exercício de cidadania, ensaios de ação direta e retomada do espaço público.

Que estas ações tenham contribuido para o amadurecimento destas idéias.

Agradecemos todos os parceiros e apoiadores. Esperamos contar com a energia e participação de todos no futuro. O futuro é agora!

Lembrando que o evento aconteceu por causa do empenho ativo do Belotto e do Projeto Ciclovida da UFPR, Grupo Transporte Humano, Miranda e a União dos Ciclistas do Brasil, Núcleo de Psicologia do Trânsito, Sociedade Peatonal e o grupo de Acessibilidade Urbana.

Agradecemos o apoio do Beto Batata (o original!),  do centro de yoga Govardhana Yogashala, do jornalista José Carlos Fernandes e RPC, Claudio Oliver e Casa da Videira, Capitão Cruz da Polícia Militar do Paraná, Sindicato dos Engenheiros (Senge), galera do Maracatu, Instituto de Arte do Paraná e Bienal VentoSul, Cicles Jaime, Cantina do Délio e arredores, prof. Fábio Duarte (PUC-PR), Cléver Almeida e Maria Miranda do IPPUC (por abrirem o diálogo e se mostrarem receptivos ao debate), o ilustre arquiteto Lolô Cornelsen pelas calorosas e sábias palavras, ao artista Maikel da Maia, Ticcolor, Marco Antonio do Bureau de Vez, o engenheiro João Carlos Cascaes, a Cinemateca de Curitiba, Curitiba Cycle Chic, Espontaneosssss Dub, Real Coletivo Dub, Toró, coletivo Rasputines, Luis do Horto Municipal da Barreirinha, todos os palestrantes do ciclo de debates, todos os ciclistas que ocuparam as ruas durante o mês (a ocupação é contínua!), URBS, Diretran, Fundação Cultural de Curitiba e o Departamento de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba (Valeu Eliana!!).

É isto! Nos vemos nas ruas!

Interluxartelivre

Fora da Bolha . . . a Evolução da Espécie!

2009 Setembro 29
por goura

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Bicicleta voadora no MOM

2009 Setembro 29
por rose rose

O coletivo Rasputines fez uma bela intervenção no gramado do MOM,  no Domingo, 27 de Setembro.

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                                                                                                                                             Fotos: Michele Micheletto

XXI CICLOS‏

2009 Setembro 29
por paradavisual

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Curitiba Cicle Chic | O desfile

2009 Setembro 28
por rose rose

O desfile aconteceu na Praça 29 de Março, com muita moda, estilo e bicicletas de todos os tipos.
Agradecimentos especiais a todos os modelos que participaram, os cicle chics, as marcas  Galeria Lúdica por Naty Fogaça, Gum, Trinca Z , Gee S e demais colaboradores djs, amigos .
- carros + bicicletas fashionistas!

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Vitor

CCC back stage

Fotos Michele Micheletto

+ fotos no   http://www.flickr.com/photos/galeria_ludica

OFICINA COMUNITÁRIA NO SÃO LOURENÇO

2009 Setembro 27
por rose rose

Domingo (27)

Manhã e tarde haverá oficina comunitária no Parque São Lourenço.

Às 13 performance da bicicleta voadora no Parcão (gramado do MOM)

compareçam!

Música Para Sair da Bolha 25.Set.2009

2009 Setembro 26
por tiepassos

Música para sair da bolha - Torómusica para sair da bolha - toró

Com a participação do Toró e amigos.

Não esquecendo a próxima edição será com
Espontaneos Dub e Zeba

Esperando dias com sol...ou pelo menos sem chuva.

É HOJE(25) MÚSICA PARA SAIR DA BOLHA

2009 Setembro 25
por rose rose

O acontecimento será logo mais ás 18:00 em frente ao IPPUC.

R. Bom jesus com a R. Prof. Arthur Loyola (veja mapa:http://migre.me/2Ihp)

Apareça para ouvir boa música, tomar um caldo de cana e pedir uma cidade com menos carros e mais convivialidade!

Vá de bike para construirmos mais uma grande pirâmide de bicicletas!

SA SAIA DA BOLHA !

Bicicleta Voadora

2009 Setembro 24
por paradavisual

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dia 27/09/2009

use sua energia, movimente-se.

essa instalação faz parte
de uma série de ações
realizadas no mês da bicicleta.

2009 Setembro 24
por paradavisual

Curitiba Cycle Chic - o desfile

É com imenso prazer que convido vc para o 1° Desfile do Curitiba Cycle Chic.
Próximo Sábado 26, às 17h, na Praça 29 de Março.
Venha prestigiar o 1° desfile de moda com bicicletas de Curitiba.
Grande abraço.
Michele Micheletto

Bicicletada do Dia Mundial “Sem” Carro.

2009 Setembro 23
por tiepassos

Bicicletada de Curitiba - Dia Mundial Sem Carro

Rolou nessa terça-feira, dia 22 de Set., Com a participação de 300 a 400 ciclistas. Pessoal ativo.

Muitas buzinadas no dia sem carro, que em curitiba foi comemorado de carro mesmo, não senti muita diferença no trânsito, motorista tudo acomodado, não tem mais a capacidade de se locomover sem o automóvel. Mas o mais importante é que o movimento vem crescendo, e os interesses voltado a bicicleta também, devemos lutar por nosso espaço, pois o que desejamos é extremamente saudavel para a cidade e seus cidadãos.

Curitiba pode ser novamente modelo de algo bacana, a mobilidade urbana. Precisamos de uma malha cicloviária decente, com ciclofaixas interligadas, ônibus que comportem bicicletas, bicicletários em estabelecimentos públicos e educação, devemos incentivar o uso da bicicleta em todas as faixas etárias e mostrar pra essa criançada e jovens (que aceitam melhor novas idéias) o potencial da bicicleta: chega antes, ocupa pouco espaço, não faz barulho, se relaciona melhor com o espaço e com as pessoas, não polui, não gasta com combustivel, não paga passagem nem pedágio, não requer muita matéria em sua produção, exercita e diminui o indice de obesidade… É a melhor solução para a cidade e para o mundo.

Vá de bike !

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Fotos: Tiê Passos

LEMBRANDO QUE NESTE SÁBADO 26 TEM A TRADICIONAL BICICLETADA
PARTINDO DA REITORIA DA UFPR | 10hs.